População está consciente sobre vacinação

Em tempos de mídias sociais que veiculam muitas informações, grande maioria delas verdadeiras, mas algumas que não condizem com a realidade, a população está consciente sobre a relevância da vacinação. Enquete realizada esta semana sobre a importância de estar em dia com a dose que protege contra gripe, todos entrevistados são favoráveis à imunização contra os vírus da Influenza e do H1N1 (que provoca a gripe suína), disponibilizado na mesa aplicação. No início da era WhatsApp, as chamadas “Fake News” ou “Notícias Falsas” preocuparam as autoridades de saúde, devido informações mentirosas sobre as vacinas. Por outro há uma reflexão muito simples sobre a questão, basta lembrarmos que se um dia fui vacinado é porque a tese da proteção das doses contra doenças é verdadeira. Mesmo que possa parecer uma simples gripe, se faz necessária a vacinação para o grupo prioritário – crianças, idosos, pacientes crônicos, gestantes e profissionais da saúde e da educação – pois além de evitar a doença desagradável por seus efeitos, afastam-se das complicações geradas por ela como doenças respiratórias sendo a mais preocupante a Pneumonia. Outra informação relevante, é que a vacina disponibilizada gratuitamente para estes grupos nos postos de saúde, é que ela não evita o chamado “resfriado” e algumas pessoas por terem um quadro desta outra doença podem confundir com a grípe e acreditar que não fez o efeito. Basta comparar que o vírus Influenza provoca febre e as dores no corpo, coriza e outros efeitos semelhantes são mais intensos, sem contar o risco da versão da gripe suína que vítimou muitas pessoas e chegou aterrorizar a população brasileira. A gripe, portanto, é uma doença séria, que mata mais de 650 mil pessoas todos os anos, de acordo com um recente levantamento da Organização Mundial da Saúde (OMS). Além de causar aqueles sintomas clássicos — febre alta, nariz entupido, cansaço e dor no corpo —, ela está por trás de complicações como pneumonia e até infarto. O mais importante, todavia, é que o público alvo principalmente está procurando se imunizar mais rapidamente, visto que em breve, teremos a chegada da estação mais fria e, ambientes fechados e aglomerações podem favorecer as transmissões destes vírus, das gripes – influenza A e B, além da provocada pelo temível vírus H1N1. As doses se fazem necessárias todos os anos, principalmente no período que antecede o inverno, devido às mutações que passam os vírus e a fórmula de imunizar acompanha estas mudanças.
Por outro lado, mesmo quem não têm o direito de vacinar gratuitamente pela rede pública, indiretamente é
favorecido, pois quanto mais pessoas imunizadas, diminui a circulação dos vírus. Por isso trata-se de um
interesse comum e uma obrigação dos pais com suas crianças e dos filhos que um dia foram levados para vacinar e se livrar de tantas doenças pelos pais que hoje têm direito à vacinação contra a gripe. “A Vacinação é totalmente
importante, pois ajuda a evitar outras doenças relacionadas à gripe, como a H1N1 que é muito perigosa”, reconhece Nathany Pereira Monteiro, 28 anos, vendedora. “Previne muitas doenças e ajuda a combater várias
bactérias presentes no nosso  corpo”, acrescenta Ana Paula Felício Braga, 41 anos, enfermeira.“Tomo todos os
anos e só traz benefícios para mim”, afirma Florêncio Lopes, 71 anos, lavrador. “Ajuda a salvar muitas vidas,
é uma benção de Deus”, observa Waldir dos Reis, 74 anos, aposentado.“Acho que todos deviam procurar e se
cuidar assim como eu faço”, sugere Maria Figueiredo Chiconelli, 90 anos, cabeleireira aposentada.
“Um benefício muito grande para quem precisa se vacinar”, reconhece Zélia Almeida dos Santos, 82 anos,
aposentada.“É um benefício à saúde delas para poderem ter uma vida saudável”, salienta Cleisler Lucas Santos
Silva, 20 anos, da frente de trabalho. “Enquanto mãe tenho medo e sempre previno para evitar”, lembra Daiane Oliveira, 31 anos, nutricionista. “Ficar imune ao vírus H1N1 que é tão sério e complicado de se tratar”, aponta Patrícia
Barbosa da Silva Andrade, 50 anos, cozinheira. “Quem tem o direito de tomá-la deve procurar um postinho e garantir uma qualidade de vida melhor”, alerta Silvia Helena da Silva, 35 anos, cozinheira. “Quem tem o direito não
deve deixar passar”, acrescenta Fabiana Barbosa Campos, 42 anos, cozinheira. “É uma garantia para o bem
estar de todos”, define Alessandra Vieira, 42 anos, do lar.