Ex-ministro visita FE e Santa Casa

Marcos Pereira, que esteve no Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços realizou palestra na FFCL

Esteve em Ituverava na quarta-feira, dia 25 de abril, o ex–ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Pereira. Ele também é advogado e professor universitário. Pereira, que é presidente
nacional do PRB (Partido Republicano do Brasil), compareceu na Santa Casa de Misericórdia de Ituverava, onde esteve em contato com presidente da entidade, Luiz Carlos Rodrigues “Busa”, diretor financeiro Bruno Baldo Filho, administradora Cláudia Maria Carreira Frata, conselheiro Pedro César Galassi e a vereadora Andréa Fonseca Yamada Scotte.
À noite realizou palestra na FFCL (Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras) de Ituverava, onde foi prestigiado pelo presidente da FE (Fundação Educacional) Pedro César Galassi, presidente
da ACII (Associação Comercial e Industrial de Ituverava) e conselheiro da FE Vicente Paulo Vieira e
demais conselheiros Luiz Carlos Rodrigues “Busa”, Milton Okano, Dorival da Silva Pereira e Antônio
Gonçalves Delgado e o diretor da FFCL, professor Doutor Antônio Luís de Oliveira “Toca”.
O ex-ministro estava acompanhado pelo deputado estadual Sebastião Santos, que é de Barretos, e o
vereador em Guará, Valdeir Ponciano.
Em entrevista, ele explicou que os motivos de sua visita eram de conhecer  a Santa Casa, onde já tinha
referências positivas, mas não conhecia pessoalmente e colocar bancada de seu partido à disposição para
inclusões de emendas parlamentares.“É um hospital referência na região e coloco a nossa
bancada de deputados federais do PRB que sou presidente nacional para apresentação de emendas,
recursos e vamos procurar fazer isso a partir de agora”, destacou.
Sobre a palestra, afirmou que foi convidado para falar para alunos e empresários, contando um pouco
do trabalho realizado nos 21 meses no Ministério da Indústria, Comércio Exterior e serviços. Ele também abordou sobre economia do Brasil, como era, o que foi feito e como pode ficar.
“As impressões da cidade e da Santa Casa foram as melhores possíveis, um trabalho de excelência, ímpar
e com transparência, recebi um relatório da gestão 2017 e estão de parabéns”, reconheceu o ex-ministro.
“Uma gestão com pessoas comprometidas e então viemos externar nosso apoio enquanto presidente de um partido político”, acrescentou Pereira. Perguntado sobre como define sua passagem pelo Governo Federal, declarou que do ponto de vista pessoal como uma experiência muito boa.
“Na realidade, minha primeira experiência no setor público, porque sou advogado e professor de Direito
e verifiquei que fizemos muitas coisas e foi possível fazer”, comentou o presidente do PRB.
Ele se lembrou dos vários acordos celebrados como facilitação de investimentos, plano de comércio com
outros países, por exemplo, com a Colômbia de exportar 20 mil veículos. “Os números não mentem
e a economia avançou, pudemos ajudar fazendo aquilo que era da competência do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, fazendo acordos de comércio exterior, visitei vários países ao longo de 21 meses para reinserir o Brasil no cenário internacional”, resumiu.
“Agora temos que discutir o que queremos para frente e o Brasil tem condições de avançar. O Brasil foi a
sétima economia do mundo, hoje é a nona e pode voltar a ser a sétima e crescer mais, mas temos muitos deveres de casa para serem feitos e é isso que queremos discutir em palestras como a de hoje”, declarou Pereira. Pré-candidatura Marcos Pereira deixou o governo federal em respeito à Legislação Eleitoral para concorrer ao cargo de deputado federal. Além da sua própria pré-candidatura, como presidente da sigla, ele articula os rumos dos PRB para as próximas eleições. O seu partido tem como pré-candidato a presidente da República, o empresário Flávio Rocha, ex-deputado federal e proprietário das Lojas Riachuelo. Para ele, no entanto, o cenário da disputa presidencial brasileira está “totalmente aberto”.
“Não dá para fazer uma previsão e precisamos trabalhar para unir o Centro e Centro Direita para que os
extremos não se prevaleçam porque se não houver isso, os extremos poderão prevalecer e poderemos – a meu ver – repetir a eleição de 89 quando os extremos foram para o segundo turno”, recordou da disputa entre Luiz Inácio Lula da Silva e Fernando Collor de Mello.