Escritor lança seu 10º livro no Rotary Club

Somando a outros dois materiais didáticos publicados, nova obra é 12º trabalho de “Sô Dico”.

O jovem escritor ituveravense Guilherme Cavallari Bueno, de 20 anos, “Sô Dico” lançou na noite de quarta- -feira, dia 30 de janeiro, seu 10º livro. Trata-se da obra “Larissa das Neves nas Sombras de Bonfim”. O lançamento do livro “Larissa das Neves nas Sombras de Bonfim” aconteceu no Rotary Club de Ituverava. Além dos 10 livros, Guilherme já lançou outros dois materiais didáticos publicados com
registro formal na biblioteca nacional, sendo portanto seu 12º trabalho. No clube de serviços foi
recepcionado pela presidente Eny Lucas Souza e demais rotarianos. Ele é filho de Mauro Bernardes Bueno e Joana Cavallari Bueno e foi prestigiado por amigos, familiares e jovens do Interact, Rotaract e Rotakids. Sobre o novo livro, trata- -se de uma série/saga de terror e de mistério com pitadas de humor.
A obra é a primeira de sua autoria na modalidade da saga. A série terá 4 livros, cada qual continuando a
história sob a óptica de um narrador distinto, de modo a conservar um clima de mistério, pois nunca se terá um panorama geral dos fatos, mas apenas uma visão limitada de cada narrador. Gênero – é romance com mistério, suspense e algumas cenas de humor; tratando- se do desparecimento de 3 jovens no distrito imaginário de Bonfi m, em Ituverava. O sumiço será investigado pela detetive Larissa das Neves. Minorias – A protagonista, Larissa das Neves, é uma mulher negra, e vários personagens de diversos grupos de minorias aparecerão ao longo de toda a série. Magia – existem poções, objetos e artefatos mágicos, bruxos e bruxas na história. Contudo, estes elementos são somente utilizados para que se cresça a fantasia, sem pretensão de transmitir quaisquer conhecimentos sobre rituais mágicos, os quais não fazem parte da crença do autor. Os personagens mais notáveis possuem bordões
e têm seus comportamentos inspirados em pessoas conhecidas de Dico. Deste modo, cada bordão reflete a personalidade que inspirou o/a personagem. A obra também exorta a representatividade da região e da cidade: como tem feito desde que começou a escrever, o autor demonstra uma preocupação marcante com o ato de registrar em suas obras a nossa região e em especial a nossa cidade. Portanto, a saga é ambientada no município de Ituverava. O distrito de Bonfim: tem seu nome inspirado em Bonfim Paulista (distrito Ribeirão Preto-SP), sua configuração física semelhante à de Canindé, em Aramina-SP (certa vez, Dico passou por aquele local junto a seu pai, o qual sempre lhe pergunta: “Quando você estiver por aqui com seu filho ou com sua fi lha, vai se lembrar de mim?” quando estão juntos em algum lugar. Para registrar suas memórias, o escritor escolheu Canindé como fonte de inspiração), e sua situação geográfica igual à do distrito de Capivari da Mata, pertencente a Ituverava.
Raciocínio lógico – envolvendo uma detetive, a história possui pistas sutis durante toda a sua transcorrência, e quem a ler deverá valer-se de suas habilidades lógicas para compreender
o mistério que circunda os ambientes. Inspirações para a história – o conto “O mistério de Marie Rogêt”, do autor estadunidense Edgar Allan Poe (o suspense); A saga Harry Potter, da britânica J.K. Rowling (magia e representatividade de minorias) e o seriado mexicano “Chaves” (bordões e cenas de humor).
Curiosidades – o nome Larissa das Neves é composto por Larissa (uma amiga de faculdade do escritor)
e das Neves (de Maria Antonieta de las Nieves, a atriz mexicana que deu vida à personagem Chiquinha, no seriado cômico “Chaves”), o pastor alemão Vulcão é homônimo do cão de mesma
raça que já pertenceu à família da mãe de Sô Dico. Cinofobia – o medo irracional e exacerbado de
cães, a fobia a cachorros. Sim, Dico teve de conviver com este problema desde que era criança. Quando
lançou sua obra infantil “O lendário Super-Grampo”, o escritor apresentou a todos uma inusitada personagem: a doce yorkshire Bombom, a qual é tão somente o próprio animal de estimação
do autor atualmente. A convivência   com ela o ajudou a controlar o medo de cães. Entretanto, ele é obrigado a dizer que sente um estado sombrio quando há caninos da raça Husky Siberiano por
perto. Segundo ele, “há algo no rosto deles que me causa incômodo. Talvez seja o
olhar disfarçado por trás da pelagem contrastante. Já conversei sobre tal fato com algumas pessoas e
descobri que não sou o único a senti-lo. Não mais me envergonho de assumir meus medos, pois aceitá-
-los é o primeiro passo para podê-los enfrentar, e a coragem é justamente a ação de seguirmos em frente mesmo com nossos medos. Peço aos fãs de cães, e especialmente aos amantes da
raça aqui em questão, para não se ofenderem com o que digo. Sei que eles podem ser
excelentes companhias e que, na maioria das vezes o são, porém desde criança eu lhes tive fobia, e, reitero, não sou o único nessa situação.” Agradecimentos – “Quero agradecer imensamente
a toda a equipe do Rotary Club, por me haverem recebido com tamanha dedicação e com tanto respeito. Enfatizo o nome da presidenta Eny, responsável por grande parte da recepção. Agradeço também à rotariana Vera Mariza Chaud, sempre empenhada em colaborar com os procedimentos
de registro de minhas obras, à amiga Luciana Marra de Morais, revisora de meus trabalhos e a seus
acompanhantes Waldir e Manuela, pela presença em meu lançamento. É impossível mencionar o nome
de todos os presentes na ocasião e de todos os meus convidados, mas espero que eles também sintam a força deste meu agradecimento”, conclui o jovem escritor. Após a palestra com apresentação
de slides, Sô Dico autografou e dedicou um livro à presidenta do Rotary Club, fazendo-o às vistas de
todos os presentes.